The Geek Log

O Lester Morreu

Mark RittsMark Ritts foi um homem que fez de tudo um pouco. Ele era mágico, piloto de avião e diretor de produções para a TV. Ele também era formado em literatura inglesa por Harvard. Mas foi no papel de Lester que ele foi importante para mim.

Quando eu era criança, passava na televisão um programa chamado O Mundo de Beakman. Ritts fazia o papel de Lester, assistente do Beakman. Os dois personagens tinham um relacionamento ao estilo Quixote e Pança: Beakman explicava os mais estranhos fenômenos da natureza, e a incredulidade e o ceticismo do Lester preparavam o cenário para que a dupla, junto com os outros personagens do programa, usasse a ciência para dar uma aula e salvar o dia.

Foi com o Lester que eu aprendi sobre a radiação, as formas de transmissão de calor, o atrito e vários fenômenos que têm por causa as diferenças na pressão do ar. Perdi a conta de quantas experiências, e quantos "desafios de Beakman" reproduzi em casa. O programa me despertou um profundo interesse pelas ciências, então é justo dizer que eu devo minha carreira em parte a Ritts no papel do "cara vestido de rato". E ainda acredito que alguns milhões de cientistas ao redor do mundo que têm entre 20 e 30 anos têm o mesmo sentimento.

Para fazer seu papel, Ritts usava uma fantasia de quinze quilos, quente, que tampava seu nariz e ainda tinha uma cauda de dois metros com a qual ele tinha que ter cuidado. Seus colegas de trabalho diziam que ele não se incomodava com o peso ou o desconforto. Pelo contrário: em nome das crianças e da educação, era com entusiasmo que ele assumia a identidade de Lester.

Meu sonho de infância de conhecê-lo pessoalmente se desmanchou quando fiquei sabendo de sua morte, no começo de Dezembro. Ele tinha 63 anos e lutava contra um câncer nos rins. Agora vai ser um anjo em sua próxima vida. Seu companheiro no show, Paul Zaloom (o Beakman) continua apresentando o Mundo de Beakman como um show itinerante.

 

O Santo da Internet

São Isidoro de SevilhaVocê sabia que Internet tem um santo padroeiro? Ele se chama São Isidoro de Sevilha e é o homem no retrato ao lado.

Antes de continuar, um disclaimer: you laugh, you lose.

Os católicos que me perdoem, mas eu não acho que o arcebispo Isirodo de Sevilha foi a melhor escolha para o cargo. Ele só foi escolhido para proteger a internet porque se dedicou à compilação (sacaram? Stick out tongue) do "conhecimento universal", com a sua obra, a Etimologia. Se bem que, em uma análise rápida do que acontece hoje na rede, acho que outros santos teriam sido mais apropriados. Ao invés de servir a esse conhecimento, a Internet é um antro de:

 

  • Pornografia (portanto eu escolheria São Tomás de Aquino ou Santa Inês, ambos patronos da castidade)
  • Cassinos online (São Bernardo de Siena, protetor dos viciados em jogos de azar) e scams em geral (São Tomé, lembram? Do "só acredito vendo")
  • Propagação de inverdades e informação pouco confiável (mais uma vez, o bom e velho São Tomé)
  • Lulz (Santa Agripina, protege contra o mal generalizado, ou a própria Santa Maria, padroeira da raça humana)

 

Se bem que a obra da vida dele se dedica à Gramática e à Retórica, duas coisas que a internet vem minando desde que surgiu (vide, respectivamente, lolcats e trolls).

O fato é que o coitado do santo deve ter um trabalhão, principalmente por causa do inferno moderno (se você não conhece, é melhor não entrar; also, NSFW). Vamos dar uma mãozinha a São Isidoro: toda vez que pensar em entrar lá, reze essa prece antes!

Postado em Aug 14 2009, 05:08 PM por Renan
Música Geek

Jonathan Coulton é um músico que se tornou famoso por lançar suas músicas utilizando as licenças da Creative Commons e pelos temas que usa pra compor. Quem já jogou Portal (nunca jogou? Tá fazendo o quê aqui então? Stick out tongue) deve lembrar de Still Alive (versão especial com Felicia Day e um coro de nerds):

And believe me I am still alive, I feel excited and I'm still alive, I feel fantastic and I'm still alive, and while you're dying I am still alive, and when you're dead I will be still alive, still alive, still alive... (demorou meses até essa música sair da minha cabeça)

Como eu disse, ele lança suas músicas pela CC (essa licença aqui, em específico). O pessoal aproveita e faz clipes das músicas dele, que acabam sendo um sucesso no Youtube e uma das principais formas de divulgação do trabalho do Jonathan. Vale a pena ver: Mandelbrot Set, Code Monkey, e Re: Your Brains (usando Machinima com World of Warcraft!).

Pra quem gostou, o site oficial do artista: http://www.jonathancoulton.com

Lá dá pra baixar as músicas dele. Custa um dólar cada. Você pode baixar essas músicas por outras fontes, mas se puder, deixe sua contribuição. Afinal, o cara vive disso.

Na Dúvida Peça Pizza!

Pra quem mora em Fortaleza (ou está de passagem por aqui) e quer saber onde comer bem, a irmã de um amigo meu criou um blog dedicado a isso.

http://naduvidapecapizza.blogspot.com/

Um trecho do blog da Nathália:

"Sair pra comer é um ótimo programa se for bem planejado. Mas às vezes pode dar dor de cabeça... Por exemplo, quando os amigos estão reunidos e surge aquele inesperado convite: "Vamos sair pra lanchar?!", e a pergunta se segue:"Vamos pra onde?". Todos se entreolham e ninguém tem a resposta... Parece que nessa hora dá um branco e esquecemos de todos os lugares que já comemos, em especial aqueles com comida boa e barata. As poucas idéias que surgem são logo descartadas: "Ah, não, é muito longe!", "Muito caro!", "Não to a fim de comer isso...". Após exaustiva discussão alguém sugere "Vamos comer pizza!", e todos meio que a contragosto aceitam e vão. Tudo bem, sempre acaba sendo ótimo, pizza é uma boa pedida, estar com os amigos não tem preço, etc... Mas não custa nada variar de vez em quando, né?! Então neste blog quero registrar as minhas experiências ao sair pra comer, para que eu mesma possa consultá-lo quando der aquele branco. E quem compartilhar deste mesmo problema, espero que possa ajudar também. Que nem sempre tudo acabe em pizza! Até breve!"

Pra quem sai pra comer fora com frequência como eu, isso é um verdadeiro salvador de noites. Eu recomendo.

Saudações de Salvador

Se tem duas coisas que eu gosto na vida, são viajar e comer massas.

Estou a caminho da ICSI (link aqui), um evento muito legal pra quem é da área de TI (e que ainda vai receber alguns posts aqui). Fiz uma conxão em salvador, e no aeroporto encontrei um restaurante maravilhoso, o Piazza de Pizza. Fica a minha recomendaçãao: a massa é classe A.

Penne a Arrabiata

Isso aí é penne a arrabiata, o molho mais picante do qual tenho noticia. Afinal, como diz o ditado, em Roma faça como os romanos. Então, na Bahia...

Já viajei para vários lugares e poucos servem massas que se comparem à daqui. Além da boa comida, o atendimento é excelente (os garçons estão sempre sorrindo e fazem de tudo para você se sentir comfortável). O restaurante também conta com wi-fi na faixa para os clientes (eu vi dois pontos de acesso pelo lap).

Conexão no Piazza

Infelizmente, o Piazza de Pizza só tem um restaurante no aeroporto de Salvador. Eu adoraria que eles tivessem mais em outras cidades, principalmente Fortaleza. Se estiver passando por Salvador, dê uma passada por lá. E não deixe de falar com o Renildo, o chef do restaurante.

Renildo, o chefe do Piazza de Pizza

O ambiente no Piazza

O ambiente no Piazza

Piazza de Pizza

Recurso Anti-Bêbado no GMail

Alguém aqui já passou pela terrível experiência de mandar um email enquanto estava sob o efeito do álcool? É térrivel, né? E se arrependimento matasse, nós provavelmente já estaríamos sete palmos abaixo do solo.

Pois bem, para ajudar seus usuários a contornar este problema, o pessoal do Google inventou um mecanismo bem bacana. É um teste de sobriedade. Isso mesmo! Se você ativar uma determinada opção (dispoível apenas para quem usa o GMail em inglês por enquanto, mas logo logo estará disponível em português também), o GMail pedirá que você faça algumas operações algébricas básicas, com um limite de tempo. Quem estiver alto provavelmente não terá capacidade nem paicência para resolver.

Teste de sobriedade

Se bem que, com uma calculadora tão disponível no Windows, isso acaba mais sendo um teste de agilidade com o teclado numérico.

Por padrão, esse sistema só funciona nas madrugadas dos finais de semana, porque "são as horas nas quais você mais provavelmente precisará disso" de acordo com Jon Perlow, o gênio por trás dessa utilidade. Mas uma vez habilitado, você pode configurar os horários que isso funciona. Quem dera houvesse algo similar para carros, né?

Limpeza de Equipamento

Eu uso o mesmo teclado no meu desktop há três anos. Nesse meio tempo ele acumulou bastante poeira, e isso já tava começando a me incomodar. Pra quem também tem esse problema e não quer se dar ao luxo de comprar um teclado novo, aqui vão algumas dicas de limpeza.

Você começa desconectando o teclado do computador e desparafusando o lado de baixo. Guarde os parafusos em algum lugar onde não vá perdê-los. Normalmente o lado de cima é uma peça só (no caso do meu, são duas), com as teclas presas por pressão. Entre as teclas e o lado de baixo do teclado, tem um circuito impresso em uma folha de plástico bem flexível. Em alguns teclados essa folha é presa em outras peças, mas na maioria ela é solta. Guarde o circuito por enquanto.

Teclas soltasAntes de tirar as teclas, tenha em mãos um esquema das posições delas - algo como uma foto digital ou um desenho. Pode ser que as teclas tenham algum plástico flexível pelo lado de baixo para servir de "mola", empurrando elas para cima após serem pressionadas. Se for o caso, guarde os plásticos em separado. As teclas podem ser removidas empurrando-as para fora - uma forma de se fazer isso é empurrando por baixo com uma chave de fenda pequena ou uma caneta, tomando cuidado para não danificar nada.

Teclado molhadoLeve a peça onde as teclas estavam presas, junto com as teclas, para um local onde você possa lavá-los. De preferência que o local tenha um jato de água de alta pressão, isso ajuda pra caramba na hora de limpar os cantos menores. Enxague tudo. Você pode usar detergente no corpo do teclado (não tenho certeza se apagaria o que tem escrito nas teclas). Se for usar detergente, recomendo usar apenas o lado mole da esponja para não arranhar a peça.

SecadorO mais chato de se lavar uma coisa dessas é que por causa das frestas pequenas, não dá pra enxugar só com uma toalha. Também demora pra caramba pra secar sozinho. Quem é geek girl, computeiro que mora com a mãe/irmã/esposa etc. ou metrossexual consegue encontrar facilmente em casa um secador de cabelos, que vem muito a calhar numa hora dessas. Seque as teclas uma por uma e as coloque sobre uma toalha.

Ulric de Varens Paris For MenFinalmente, aproveite o banho para aplicar algum perfume de sua preferência. Minha recomendação é Ulric de Varens, c'est magnifique.

Após encaixar todas as teclas novamente, remonte o teclado como estava antes. Se o seu teclado tem algum mecanismo para empurrar as teclas para cima, agora vem a parte mais difícil. Feche o teclado e use somente quantos parafusos sejam necessários para mantê-lo fechado. Teste todas as teclas para ver se estão funcionando bem - as vezes, na hora de virar o teclado de cabeça para cima ou fechar, algum plástico sai do lugar. Num caso desses, a tecla pode afundar e não voltar mais, ou então o teclado a considera como se estivesse sendo pressionada constantemente. A solução é abrir o teclado, ajeitar as peças que estiverem fora do lugar e fechar de novo. Só aperte todos os parafusos quando tiver certeza de que todas as teclas estão ok.

Para se ter uma idéia de quanta sujeira um teclado consegue acumular em três anos, dêem uma olhada no antes...

Antes...

...e no depois.

...Depois

E agora com as teclas montadas novamente:

Montado.

Próximo passo: criar coragem para lustrar o notebook. Mas isso fica para outro post. Por hoje é só, pessoal!

P.S.: enquanto escrevia este post, notei que havia colocado três teclas fora de lugar ("[", "]" e "´"). Saquei as três fora com um alicate e coloquei na posição correta. Só então é que me toquei que podia ter sacado todas as teclas assim e feito uma limpeza a seco no teclado desde o começo Stick out tongue

Saturno

Nuvem hexagonal em Saturno

A imagem animada aí a direita é um sistema de nuvens no polo norte de Saturno. Essa estrutura foi fotografada pela primeira vez na década de 80 pela sonda Voyager 1 e confirmada em 2006 pela missão Cassini. O conjunto se mantém estável há pelo menos 20 anos e não dá sinais de que vá desaparecer tão cedo.

Um dos motivos pelos quais Saturno me chama tanto a atenção são os padrões que ele tem, tanto em si próprio quanto com seus satélites. Além do hexágono, seus anéis apresentam raios que somem e reaparecem de acordo com suas estações. As órbitas das luas de Saturno também são um show a parte. É que são tantos corpos naquela região com órbitas ressonantes que essas órbitas acabam não sendo elípticas. Peguei um programa simulador de órbitas hoje e dei uma olhada. Mimas tem uma órbita quase quadrada, Enceladus faz um padrão ondulado, e Janus e Epimeteu trocam de órbita entre si a cada quatro anos!

Até imagens estáticas de Saturno são obras de arte. Já usei várias fotos do planeta como papel de parede. A beleza das fotografias de outros mundos foi uma das coisas que me fez ter interesse por astronomia, e fotos como esta sempre tiveram lugar de destaque para mim.

Nota aos Usuários do Google

Alguém aí já leu um acordo de licença de software? Há quem diga que são a maior falácia da passagem do século XX pro XXI. O usuário concorda com os termos se ter lido, e o prestador de serviço ou fornecedor de software só executa as partes que são de seu interesse. Ainda assim, esses acordos têm valor legal de contrato em vários países (inclusive o Brasil).

Eu acompanho o Blog Oficial do Google e fiquei surpreso quando vi este post sobre o acordo de licença do Chrome, o navegador deles. O que ocorre é que o Chrome foi lançado sob a Licença Universal do Google. Existe um trecho um tanto polêmico nesse acordo:

11. Licença de conteúdo do usuário

11.1 O usuário retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tiver posse em relação ao Conteúdo que enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Ao enviar, publicar ou exibir conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para certos Serviços, conforme definido nos Termos Adicionais desses Serviços.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

11.3 O usuário compreende que o Google, ao efetuar as etapas técnicas necessárias para fornecer os Serviços aos nossos usuários, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conteúdo por várias redes públicas e em várias mídias de dados; e (b) efetuar as alterações necessárias ao Conteúdo do usuário para ajustar e adaptar esse Conteúdo aos requisitos técnicos de conexão de redes, dispositivos, serviços ou mídia. O usuário concorda que essa licença permitirá ao Google realizar tais ações.

11.4 O usuário confirma e garante ao Google que tem todos os direitos, poderes e autoridade necessários para outorgar a licença citada anteriormente."

O destaque é por minha conta. Em língua de gente: se você utilizar uma ferramenta do Google para transmitir, por exemplo, um livro que você escreveu para revisão em uma gráfica, você cedeu direitos sobre a reprodução e publicação dessa obra para o Google.

Para quem ficou preocupado, é bom saber que cada ferramenta do Google tem um acordo de licença separado. O acordo universal é um guia para os outros, mas o GMail, por exemplo, tem os seguintes termos quanto a direitos autorais (essa parte ficou em inglês mesmo na página para o Brasil):

Your Intellectual Property Rights. Google does not claim any ownership in any of the content, including any text, data, information, images, photographs, music, sound, video, or other material, that you upload, transmit or store in your Gmail account. We will not use any of your content for any purpose except to provide you with the Service.

Já o Chrome utiliza outra variante. O acordo dele é similar ao acordo universal, mas o texto que eu destaquei em amarelo alguns parágrafos acima foi suprimido. Ou seja, ao menos com essas ferramentas, você não cede direitos autorais a ninguém. Porém, não é o caso do Orkut. Qualquer foto, vídeo ou texto que você tenha publicado através dele praticamente pertence ao Google agora.

Para mim, o Google parece cada vez menos aquela empresa boazinha da propaganda que eles fazem. Mas pelo menos em um aspecto ainda considero o acordo de licença deles melhor que a média. A esmagadora maioria dos acordos que leio diz que os termos podem ser mudados sem aviso prévio, e normalmente o alerta sobre qualquer mudança chega ao ao usuário por meio de mídia especializada e vigilante. O acordo do Google deixa explícito no item 19:

19.1 O Google poderá alterar periodicamente os Termos Universais ou Termos Adicionais. Quando essas alterações forem efetuadas, o Google fará uma nova cópia dos Termos Universais disponíveis em http://www.google.com.br/accounts/TOS?hl=pt e quaisquer novos Termos Adicionais serão disponibilizados ao usuário nos Serviços afetados ou através deles.

Ponto para eles nessa parte.

O poder do Twitter

Para quem não conhece o Twitter: é uma ferramente de blog, como várias outras da Internet. Mas com o diferencial de ser voltado para microblogs. Explico: o tamanho dos posts no Twitter é muito limitado - no máximo 140 caracteres/post. No começo eu achava que isso fazia dele uma ótima ferramenta para quem tem DDA, ou para quem escreve para pessoas com DDA. Com o tempo fui vendo que não é bem assim. É mais fácil encontrar motivação para posts pequenos, e você utiliza para dizer ao mundo como está, ou deixar escrita alguma idéia onde todos possam ler. Com o tempo, o usuário aprende a se expressar de forma cada vez mais rica com poucas palavras, e o Twitter passa até a ter mais utilidades.

Semestre passado, um estudante americano foi detido no Egito por filmar uma manifestação. Ele usou o celular para fazer um post no Twitter, dizendo que havia sido preso. No dia seguinte a universidade onde ele estudava nos states consegiu um advogado para ele, e o rapaz foi solto. Notícia completa aqui.

Um uso mais interessante para o Twitter está sendo feito por algumas empresas. Elas usam programas de varredura para buscar posts no Twitter sobre seus produtos. Dessa forma eles podem contactar as pessoas que postaram para esclarecer dúvidas, ou agradecer por feedback positivo etc. Essa forma de contato com as pessoas pode ser agradável e gerar propagando boca-a-boca positiva de maneira rápida e barata. Coisa de gênio, bolar uma jogada de marketing dessas. Dentre as empresas que já põem isso em prática estão a General Motors (representada no Brasil pela Chevrolet) e a Kodak. A tendência é que as empresas caiam no mundo das redes de colaboração para fortalecer suas marcas. Mais sobre isso neste artigo da Business Week.

Legal, né? Vou ver se dou um jeito de integrar o Twitter neste blog Big Smile

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